Vanessa da Mata & Ben Harper – “Boa Sorte / Good Luck”

É só isso
Não tem mais jeito
Acabou, boa sorte

Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará

Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz

Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais

That’s it
There is no way
It over, Good luck

I have nothing left to say
It’s only words
And what I feel
Won’t change

Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It´s too much
É pesado/ It’s heavy
Não há paz / There is no peace

Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais / Isn´t real
Expectativas / Expectations
Desleais

Mesmo, se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa
Que o aconselha

Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais

Now even if you hold yourself
I want you to get cured
From this person
Who poisoned you

There is a disconnection
See through this point of view
There are so many special people in the world
So many special people in the world
In the world
All you want
All you want

Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It´s too much
É pesado / It’s heavy
Não há paz / There is no peace

Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais/ Isn’t real
Expectativas / Expectations
Desleais

Now were Falling into the night
Um bom encontro é de dois

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Orgulho nacional

Às vezes pretendemos falar, neste caso escrever, sobre algum tema, mas ou nos falta tempo, ou pior quando isso acontece, escapam as palavras. E há aquelas ocasiões em que alguém se deu ao trabalho de o fazer por outras.

É este o caso. Recebi o mail que foi reencaminhado de outra, e de outra e de outra…

Fiquei sem saber quem é o autor. Se alguém souber colocarei de bom grado o seu nome.

Entretanto aqui ficam, também as “minhas palavras”:

Eu sabia que ia ser assim. Eu sabia que me ia comover quando visse a Selecção Nacional de Rugby entrar em campo. Eu sabia que o hino me ia arrepiar. O que eu não sabia é que ia ver a imagem mais impressionante que alguma vez vi no que a Representar Portugal diz respeito e que me ia desfazer em lágrimas com um sorriso de orgulho no rosto como nunca o tinha feito antes.
Aquilo é que é cantar o hino. Aquilo é ter orgulho em vestir aquela camisola (já tenho uma encomendada!). Aquilo é que é entrar e sair de campo de cabeça erguida. Aquilo é que é ser homem! Ter aquele tamanho todo, aquela coragem toda, aqueles quilos todos, aquela raça toda e ainda assim não ter vergonha de mostrar o coração aberto a 34.162 pessoas e chorar ao cantar o hino do seu país com toda a força e a plenos pulmões. Para que todos ouvissem bem donde eles vieram.
O “homem-do-jogo” é nosso. É advogado. Chama-se Vasco Uva e é o nosso capitão. E eu estou a transbordar de orgulho!
No dia anterior, tinha visto a nossa Selecção Nacional de Futebol a perder estupida e infantilmente depois de trautear um hino tímido entredentes – isto os que o sabem, porque outros há que praticamente só fazem lálálás. Não terá sido só por isso, mas também, no final aquele empate soube-me a dupla derrota e a derrota no Rugby de ontem soube a Campeonato do Mundo ganho.
Há tantas diferenças na atitude, nas regras, no espírito dos dois desportos que ontem, depois de explodir de alegria e gritar até ficar rouco com o nosso ensaio, ao sentar-me de novo no sofá tive pena de ainda assim gostar mais de futebol do que de rugby. Eu não queria, juro que não queria…

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