Teoria da conspiração…


Recebi este e-mail e achei curiosa esta teoria da conspiração.

Com este texto, pretendo desmascarar a situação por trás do tsunami que afectou grande parte da Ásia, e o terramoto que lhe antecedeu.
21 de Fevereiro de 1978, um submarino nuclear americano sofre uma avaria e afunda-se no Indico sul, pouca ou nenhuma informação escapa para o mundo, estava numa missão secreta, com certeza. Uma enorme operação de resgate da preciosa carga, 8 ogivas nucleares, éposta em marca, mas convenientemente encoberta, ao estilo da Glomar Explorer, a manobra de diversão era procurar petróleo. Nada foi recuperado desta vez, o submarino continuou no fundo do oceano com a sua explosiva carga, mas o Americanos continuavam com o controle do armamento remotamente.Em Setembro de 2003, astrónomos dos Estados Unidos descobriram um grande asteróide que se estaria aproximando rapidamente. Embora as possibilidades e impacto serem extremamente baixas, os cientistas previram a data de impacto para 21 de Março de 2014, quase confirmado esse facto, os EUA decidiram depois de várias reuniões com os principais lideres do mundo e o primeiro ministro da Índia(único pais afectado presente na reunião) com vista a resolver este problema da melhor forma, conta-se que várias formas de destruir o asteróide, mas nenhuma era viável, então decidiu-se aproveitar as 8 ogivas nucleares que sobraram do tal submarino afundado no Índico para provocar uma explosão que, e tão potente, deixaria a terra uns poucos milímetros fora da sua orbita normal, e assim, o asteróide já passaria ao lado da terra. Como é certo, os países perto da zona de explosão nunca concordariam, por isso a operação foi mantida em absoluto sigilo. Todos os cálculos foram feitos e o cogumelo nuclear nunca chegaria perto da superfície da agua, mas a data, veio-se a verificar que tinha sido muito mal escolhida.O explosão nuclear ocorreu a 26 de Dezembro de 2004, encoberta por um suposto terramoto de 8.9, e mais tarde rectificado para 9.0 na escala de Rister, cerca das 8 da manhã (hora local), consequências foram devastadoras, estima-se mais de 300mil mortos. Correu o rumor na imprensa que os americanos teriam tido o conhecimento do tsunami que se viria a formar uma hora antes de atingir a costa da Tailândia e não teriam conseguido avisar ninguém (pudera…). Os Americanos não queriam que ninguém soubesse o que eles tinham feito, mas o que é certo é que possivelmente fomos todos salvos devido a este acto, à 1ª vista horrível, mas que a longo prazo será considerado heróico. O plano terá corrido bem, segundo a imprensa e um conceituado geofísico americano Richard Gross, devido à massa deslocada pela acção da explosão, o dia da explosão teve menos 3 micro segundos que um dia normal e o eixo da terra inclinou-se cerca de uma polegada, evitando o futuro impacto do asteróide.Desta forma os americanos terão, por agora salvo o mundo… mas o preço…

Verdade ou mentira? 😉

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Num café perto de si…


Enquanto tomava o meu pequeno almoço, observava uma edição dos “60 minutos” da CBS que passa na sic notícias. De frente para a televisão, na parede ao fundo da sala, fico no alinhamento das mesas seguintes e em especial para o casal na faixa dos 45 anos e sua filha, a rondar os 18, que se senta imediatamente à minha frente para o seu café pós-almoço. Sim, eles estavam certos na hora, apenas que eu, por vezes, troco a ordem e faço almoço-pequeno.
Mas a atenção que dispensava à reportagem começou a desviar-se para o que se passava com os meus vizinhos. O prazer, segundo me dizem os fumadores, do cigarro com o café, era o ritual que decorria ali. O casal de frente um para o outro, mas sentados de lado para mim, afastam o cigarro para fora da mesa no intervalo de cada trago de café. Pergunto-me a mim porque é que atiram o fumo para os outros? Será que, também, lhes incomoda? Inconscientemente, mas já algo mecânico por ser repetitivo, lanço um olhar reprovador.
A filha, de frente para mim, parece ter reparado. Não sei se por essa razão, começou a tentar afastar o fumo que habitava na mesa deles dando sinal de impaciência e discordância pelo acto dos pais. Mas impaciente e irritada ficou a mãe com o acto da rapariga!
Nesta altura a televisão era apenas pretexto para poder continuar a observar o que ia decorrendo naquele lugar…
O pai levantou-se para pagar e a filha continuou a tentar renovar o ar. A mãe não estava a gostar nada mesmo do que se estava a passar. A uma qualquer frase que não me foi perceptível a mãe responde veemente: “Não estás bem aqui! O melhor é ires lá pra fora!”
Por momentos passou-me pela cabeça perguntar se eu, e a pessoa que estava comigo e já agora todos os que estávamos ali e que não gostamos de literalmente comer com o fumo dos outros, teriamos de fazer o mesmo.
A filha ficou sem jeito e saiu mesmo. O pai chegou, ainda a fumar, e sentou-se. A Maria, minha parceira de mesa, comentou de forma audível: “Afinal somos nós que estamos mal! Este é o pensamento dos fumadores!”
A frase teve eco. O pai não terminou o seu prazer e apagou repentinamente o cigarro.
O casal saiu.
Não me lembro sobre o que era a reportagem.