Física…


Do meu amigo Nuno Luís:

Party of Famous Physicists

One day, all of the world’s famous physicists decided to get together for a tea luncheon. Fortunately, the doorman was a grad student, and able to observe some of the guests…

Everyone gravitated toward Newton, but he just kept moving around at a constant velocity and showed no reaction.

Einstein thought it was a relatively good time.

Coulomb got a real charge out of the whole thing.

Cavendish wasn’t invited, but he had the balls to show up anyway.

Cauchy, being the only mathematician there, still managed to integrate well with everyone.

Thompson enjoyed the plum pudding.

Pauli came late, but was mostly excluded from things, so he split.

Pascal was under too much pressure to enjoy himself.

Ohm spent most of the time resisting Ampere’s opinions on current events.

Hamilton went to the buffet tables exactly once.

Volt thought the social had a lot of potential.

Hilbert was pretty spaced out for most of it.

Heisenberg may or may not have been there.

The Curies were there and just glowed the whole time.

van der Waals forced himself to mingle.

Wien radiated a colourful personality.

Millikan dropped his Italian oil dressing.

de Broglie mostly just stood in the corner and waved.

Hollerith liked the hole idea.

Stefan and Boltzman got into some hot debates.

Everyone was attracted to Tesla’s magnetic personality.

Compton was a little scatter-brained at times.

Bohr ate too much and got atomic ache.

Watt turned out to be a powerful speaker.

Hertz went back to the buffet table several times a minute.

Faraday had quite a capacity for food.

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Ainda as propinas


Vale a pena ler o artigo publicado no Público de João Lobo Antunes e Manuel Sobrinho Simões. No seu seguimento sugere-se o artigo de Eduardo Prado Coelho, Quem paga a Universidade?.

Não sou pessimista. Detectar o mal onde ele existe é, na minha opinião, uma forma de optimismo. Roberto Rosselini


Resolvido o “problema” de como começar, tentei encontrar algo de positivo, algo optimista para animar, primeiro a mim, e depois ao “presado leitor”. Mas, por vezes, e nos últimos tempos não raramente parece tarefa impossível. Acabo de ver na televisão declarações dos representantes (?) dos estudantes do Porto e Coimbra, e fico perplexo e revoltado com o que vejo.
Não passou muito tempo desde que deixei de ser estudante e nunca fui contra as propinas, nem sou e paguei-as. Fui contra e sou, com facto de que são sempre os mesmos a pagar, ou seja, há muito boa gente que pode pagar, mas os rendimentos apresentados são os mínimos.
Ouço dizer que neste momento há estudantes do 12º ano que ao ouvirem que as propinas poderão atingir 852 euros não vão concorrer à universidade! Meus caros, em primeiro, não vão ser os que têm mais dificuldades que irão pagar a propina máxima. Segundo, aqueles que não conseguem pagar as propinas também não conseguem pagar as restantes despesas inerentes a um ano na faculdade, a menos que vivam na mesma cidade onde estudam. Ainda assim tenho as minhas dúvidas…
Ouço dizer que o ensino deve ser gratuito! Meus caros, não somos um país rico! A saúde também o devia e tem problemas bem mais graves. Na minha opinião, e vale o que vale, a propina é indiscutível no país que temos e no momento actual. O que é digno de ser motivo de luta é como são aplicadas essas verbas. É preciso defender aqueles que realmente querem ir para a universidade mas têm de andar a trabalhar para pagarem os seus estudos e precisam de bolsas e residências universitárias para o efeito. Como estão preenchidas as ditas residências? Quais os critérios? É suficientemente célere e justo o processo de obtenção de bolsas? É com rolos de papel higiénico que se justifica a má aplicação das propinas? Porque não comparecer todos nas aulas para mostrar que as salas são supostamente pequenas para tantos estudantes? Porque não convidar jornalistas e membros do governo, fazer uma visita guiada às instalações e mostrar que faz falta este e aquele equipamento?
É preciso não esquecer que antes dos Doutores e dos Engenheiros, está-se a formar Homens e Mulheres que serão os líderes(?) de amanhã.
Será assim que enfrentarão as adversidades de amanhã?

Prólogo


Desocupado leitor: Não preciso de prestar aqui um juramento para que creias que com toda a minha vontade quisera que este livro, como filho do entendimento, fosse o mais formoso, o mais galhardo e discreto que se pudesse imaginar: porém, não esteve na minha mão contravir à ordem da Natureza, na qual cada coisa gera outra que lhe seja semelhante; (…)

Acontece muitas vezes ter um pai um filho feio e extremamente desengraçado, mas o amor paternal lhe põe uma peneira nos olhos para que não veja estas enormidades, antes as julga como discrições e lindezas, e está sempre a contá-las aos seus amigos, como agudezas e donaires.

Miguel de Cervantes, D. Quixote de la Mancha (1602 ?)